1. Depois de uma preparação larga e profunda, chegou a bom termo a negociação entre a LPFP e a APAF sobre as “Condições de Trabalho, Prémios e outras Compensações” para a época, em curso, de 2006/2007 e que culminou no Acordo subscrito entre as duas instituições.
2. Os Árbitros e a APAF não podem deixar de reconhecer o bom e largo esforço assumido pela LPFP, e, com o sublinhado empenho do seu Presidente, Dr Hermínio Loureiro, de se atingir, nos limites do Orçamento, uma clara melhoria das Condições de Trabalho, e, nomeadamente, na actualização possível dos Prémios, pese embora não tenham sido atingidos, na plenitude, as justas reivindicações dos Árbitros.
3. Na consecução desse objectivo, importa salientar o relevante papel não só da Comissão Executiva, como também da própria Comissão de Arbitragem, as quais conseguiram, assim, conjugadamente, transpor para o seio da LPFP algumas das melhores e mais modernas ideias do Futebol mundial, nomeadamente, os Kits de comunicação para as equipas de Arbitragem, a criação de uma Rede de Transporte privativo dos Árbitros que dirigem os jogos, bem como a inovação de conseguirem para os Árbitros, na perspectiva da sua plena recuperação e manutenção, o acesso, sem custos, a uma das melhores cadeias de Ginásios, quer em Portugal quer no estrangeiro.
4. Não pode, ainda, deixar de salientar-se que o Acordo contempla, a par da fixação de regulamentação do Subsídio de Treino, a criação não só de melhores condições de utilização dos Centros de Treino mas também, e em cooperação com a FPF e as Associações Distritais, o alargamento da rede existente a outros locais do País, prevendo, ainda, que a LPFP diligencie pela celebração de Protocolos com Clínicas/Centros de Recuperação de Fisioterapia e de Massagens bem como com Clínicas de Saúde Oral, em vários locais do País, garantido, ainda, pela celebração de um seguro de saúde.
5. A APAF e os Árbitros entendem que, com o Acordo alcançado, deram, como sempre, um bom contributo ao Futebol.
6. A APAF e os Árbitros desejam que se reforce a saudável e estreita cooperação institucional que até aqui tem existido entre a APAF e a LPFP, nomeadamente, para a consecução dos objectivos desportivos definidos pela Comissão de Arbitragem, em estreita conjugação com a Comissão Executiva.
7. Sendo certo que a LPFP reconhece o papel insubstituível dos Árbitros no melhor contributo que todos os Agentes desportivos podem, e devem, dar para a melhoria do Futebol, os Árbitros e a APAF estão disponíveis para a melhor cooperação em vista do grande objectivo de todos: o engrandecimento do País, do FUTEBOL, da Arbitragem e, reflexamente, dos Árbitros.
Lisboa, 26 de Março de 2007
APAF – Associação Portuguesa de Árbitros de Futebol
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